Um novo estudo da Universidade de Arizona e publicado no PNAS Nexus, mostra que modelos como GPT-4, Claude e Llama formam REDES SOCIAIS seguindo PADRÕES muito semelhantes aos nossos.
Eles tendem a se APROXIMAR de pessoas já POPULARES, conectar-se por meio de amigos em comum e preferir quem compartilha CARACTERÍSTICAS semelhantes.
Na prática, os pesquisadores observaram três COMPORTAMENTOS clássicos das relações HUMANAS:
✅ APEGO preferencial: o “rico fica mais rico” das redes sociais
✅ Fechamento TRIÁDICO: amigos de amigos tendem a se conectar
✅ HOMOFILIA: buscamos quem é parecido conosco
Quando testados em redes reais, como grupos universitários, dados de chamadas telefônicas e comunicações corporativas, os modelos replicaram DECISÕES humanas com alta CONSISTÊNCIA.
Em ambientes PROFISSIONAIS, por exemplo, mostraram até uma inclinação clara por conexões que favorecem avanço de STATUS.
✅ O achado abre oportunidades para simular DINÂMICAS sociais e testar POLÍTICAS públicas ou regras de MODERAÇÃO. Mas também acende um alerta: agentes de IA podem reforçar VIESES, BOLHAS de opinião e HIERARQUIAS já existentes.





