No Vale do Silício, o interesse em gerar bebês mais INTELIGENTES está em alta.
📍De acordo com o The Wall Street Journal, bilionários da tecnologia e famílias de alta renda estão pagando até US$ 50.000 (R$ 270 mil) por novos testes GENÉTICOS que prometem PREVER o QI de embriões antes da fertilização in vitro.
A ideia é SELECIONAR os “bebês mais inteligentes” já na fase embrionária, acreditando que assim poderão gerar futuros GÊNIOS capazes de resolver grandes PROBLEMAS da humanidade.
Mas a prática está levantando dilemas ÉTICOS:
✅ Estamos criando uma SUPERCASTA genética?
✅ É justo ESCOLHER filhos com base em QI previsto?
✅ Até que ponto a ciência consegue realmente prever INTELIGÊNCIA?
A discussão vai além da BIOTECNOLOGIA, envolve ética, mérito e o futuro da sociedade.





