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1968 - 2001: uma odisséia no espaço

1968 - 2001: uma odisséia no espaço

 

Esse filme foi co-escrito por Steve Kubrick e Arthur Clarke, baseado no livro homônimo de Clarke, publicado posteriormente ao lançamento do filme no mesmo ano. 2001: Uma Odisseia no Espaço é um marco na ficção científica sobre a relação entre homem e tecnologia, e sobre a sua importância na evolução humana. O filme navega da primeira tecnologia na pré-história até as tecnologias avançadas do futuro. Na primeira parte (A Aurora do Homem), a descoberta de que um osso pode ser usado como arma ilustra e dá corpo à célebre frase de Marshall McLuhan: “o homem cria as ferramentas, e então, as ferramentas recriam o homem”. Como ferramentas podemos compreender, de forma mais ampla, qualquer tecnologia. Nas demais partes, o filme apresenta o videofone, viagens espaciais, hibernação criogênica, e “Hal”, o computador da nave que conversa em linguagem natural com a tripulação.

A terceira parte (Missão Júpiter) traz a principal reflexão do filme – máquinas inteligentes, homem vs robô, criador vs criatura. Essas temáticas já aparecem no livro I, Robot, de Isaac Asimov em 1950, inspirado no livro homônimo de 1939, de Eando Binder. Veremos nos demais filmes aqui apresentados, que essa temática se tornou cada vez mais recorrente na literatura e cinema ao longo do tempo, permeando diversos filmes de ficção científica – como Blade Runner (1982), por exemplo --, conforme os robôs cotidianos passam a ser uma realidade cada vez mais iminente no mundo.

O questionamento sobre a influência alienígena na evolução humana que o filme traz é retomado fortemente no final do século XX em Stargate (filme e série).

2001: Uma Odisséia no Espaço teve uma sequência, o filme 2010 (de 1984), que apesar de complementar o primeiro e ter uma excelente produção, fez pouco sucesso.

 

 


 

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