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2004 - Eu, Robô

2004 - Eu, Robô

 

Baseado na obra I, Robot de Isaac Asimov, escrito em 1950 e inspirado no livro homônimo de 1939, de Eando Binder, o filme traz como reflexão principal a autoconsciência em robôs e seu relacionamento com os humanos, por meio das Leis da Robótica, que são três princípios idealizados por Asimov com o objetivo de controlar e limitar o comportamento dos robôs:

  1. Um robô não pode ferir um ser humano ou, por omissão, permitir que um ser humano sofra algum mal.
  2. Um robô deve obedecer às ordens que lhe sejam dadas por seres humanos exceto nos casos em que tais ordens entrem em conflito com a Primeira Lei.
  3. Um robô deve proteger sua própria existência desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira ou Segunda Leis.

As principais reflexões do filme estão relacionadas, obviamente, com robôs – autoconsciência, inteligência artificial, homem vs robô, criador vs criatura. Esses mesmos questionamentos já aparecem em diversos filmes anteriores, como Blade Runner (filme, 1982), 2001: uma odisseia no espaço (livro e filme, 1968) e Stargate (série, 1997) e têm sido um assunto cada vez mais recorrente na literatura e cinema, permeando diversos filmes de ficção científica, conforme os robôs cotidianos passam a ser uma realidade cada vez mais iminente no mundo.

O filme também aborda uma questão que ganha cada vez mais destaque na ficção (aparece novamente também, por exemplo, no filme de 2008, Controle Absoluto) – a possibilidade de os computadores inteligentes deduzirem que os humanos são perigosos para si mesmos e para o planeta e quererem anular a humanidade.

Recentemente, obras como Transcendence (filme, 2014), Automata (filme, 2014), Her (filme, 2013), ex-Machina (filme, 2015) e o brilhante Westworld (série, 2016), têm aprofundado as discussões e ampliado sobre o assunto.

 

 

 


 

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