[ editar artigo]

2015 - Ex Machina

2015 - Ex Machina

 

Conforme a inteligência artificial tem se tornado uma realidade cada vez mais possível em virtualmente todos os aspectos da vida humana, sentimos o crescimento da inquietação social sobre a emergente relação homem/computador por meio do aumento da quantidade de filmes que abordam essa temática. Apesar dessa discussão não ser novidade no imaginário humano e remontar ao início do cinema (como em Metropolis, 1927), agora, com o desenvolvimento tecnológico vertiginoso das últimas duas décadas, vemos os elementos computacionais que populavam apenas a imaginação, passarem a habitar realmente nossas vidas. Estamos passando do estado gasoso das ideais para o estado sólido das suas concretizações. Inteligência artificial e seres cíbridos (híbridos de corpos biológicos e digitais) são realidade, e precisamos compreende-la para coexistirmos com seus novos elementos. Toda tecnologia traz consigo tanto bênçãos como maldições, o único modo de abraçarmos as primeiras e evitarmos as últimas é conhecendo e compreendendo as suas facetas. Essa preocupação se reflete na frase que abre o trailer de ex-Machina:

Apagar a linha entre homem e máquina
é obscurescer a linha entre homens e deuses.
(To erase the line between man and machine
is to obscure the line between men and gods.)

Na mesma direção que Westword (filme, 1973 e série, 2016), Automata (filme, 2014) e Morgan (filme, 2017), entre outros, o filme ex-Machina explora o surgimento da autoconsciência em robôs, discutindo a sua relação com os humanos. Além das reflexões que o filme trás, os efeitos especiais (que lhe renderam um Oscar nessa categoria) são um show a parte.

 


 

Conheça todos os filmes/séries digitaisConheça todos os filmes/séries digitais

 

Filmes Digitais

Futuro dos Negócios
Ler conteúdo completo
Indicados para você