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2017 - Blade Runner 2049

2017 - Blade Runner 2049

 

Blade Runner 2049 apresenta de forma bastante coerente a evolução do clássico que lhe deu origem — Blade Runner (1982) — e navega no mesmo universo ficcional, desvendando a trama iniciada anteriormente. No entanto, apesar de ser um filme que prende a atenção e tem uma ótima narrativa de entretenimento, traz poucas adições reflexivas sobre o nosso futuro com as máquinas. O único elemento inovador — e bastante provocativo — que vale o filme todo é a introdução da possibilidade de humanos e máquinas poderem se reproduzir, como uma espécie híbrida. Esse “detalhe” da trama traz consigo infinitas outras questões subliminares, que nos transportam para outros patamares de pensamento e elevam a obra à mesma categoria da sua antecessora original. Primeiro, considera as máquinas como realmente “seres conscientes completos” no mesmo nível que o ser humano, a ponto de ser possível a procriação híbrida. Segundo, traz a tona as inúmeras possibilidades quanto à proliferação de inúmeras novas espécies híbridas no planeta, como trato no meu livro “Você, Eu e os Robôs”

 

 

 


 

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